quarta-feira, 24 de abril de 2024

Menina de 12 anos abandonada morta em calçada em BH foi estuprada e asfixiada

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu em inquérito que a menina de 12 anos que foi abandonada morta em uma calçada no bairro Bela Vitória, na região Nordeste de Belo Horizonte, em 16 de janeiro, foi estuprada e asfixiada até a morte pelo agressor, de 25 anos.

O caso é investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) — Foto: Reprodução Vídeo

A notícia foi divulgada durante coletiva de imprensa na última desta sexta-feira (26 de janeiro). O agressor foi indiciado pelos crimes de estupro de vulnerável, homicídio, fraude processual e corrupção de menores. As penas, somadas, podem chegar a 53 anos de prisão.

A Polícia Civil afirmou que, de acordo com o apurado, o homem teria agido com a intenção de estuprar a menina desde o início, quando a convenceu a ir até sua casa. Os laudos periciais indicam que ele forçou o tórax da vítima, durante o estupro, até que a menina ficasse sem ar.

O delegado responsável pelas investigações, Leandro Alves, afirmou que o indiciado simulou ter prestado atendimento à vítima, para criar uma versão falsa do crime. “Ele permaneceu horas com ela dentro da casa onde o crime ocorreu e depois levou ela pra casa do vizinho, simulando ter prestado socorro e acionando o SAMU”, disse o delegado.    

Os investigadores também descartaram a possibilidade de homicídio culposo, ou seja, quando não há intenção de matar. O agressor foi flagrado por uma câmera de segurança deixando a adolescente desacordada no local. Ele está preso desde o dia do crime, 16 de janeiro. A Justiça mineira decidiu por tornar a prisão em flagrante do homem em prisão preventiva.

Os laudos periciais comprovaram que a menina não fazia uso de entorpecentes. “Foi importante para nós uma série de laudos periciais que constataram que não tinha nada no corpo da vítima. Ficou comprovado que ela foi para o local sem o uso de nenhuma substância. Não encontramos nem remédio”, afirmou o delegado Leandro Alves. 

Com O Tempo e assessoria Polícia Civil

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