Imagem do dia: Paróquia São Sebastião é símbolo de fé e história em Inhaúma

Na paisagem tranquila de Inhaúma, município da Região Central de Minas Gerais, destaca-se a Paróquia São Sebastião, marco religioso e cultural que atravessa gerações de fé e memória coletiva. Fundada em 1880, a igreja dedicada a São Sebastião é mais do que um espaço de culto: é um ponto de referência histórica para os moradores e visitantes.

foto: Israel Lemos

Localizada a cerca de 90 quilômetros de Belo Horizonte e a 30 quilômetros de Sete Lagoas, Inhaúma é de fácil acesso por via terrestre, sendo a BR-040 a principal rodovia para quem parte da capital ou do município vizinho. A estrada estadual MG-424, seguida por trechos asfaltados bem sinalizados, também serve como rota alternativa.

A igreja, de traços simples, mas imponentes, guarda em suas paredes e vitrais o registro do tempo e da fé de um povo. Erguida em terreno doado por Francisco Migre, um dos membros da família fundadora da cidade, a Paróquia São Sebastião também se conecta à formação administrativa de Inhaúma, município criado oficialmente em 1948, após o desmembramento de Sete Lagoas.

Com celebrações regulares e intensa participação da comunidade, a paróquia é conduzida pelo Padre Luís Fernando Barbosa Soares e recebe fiéis não apenas da cidade, mas também de regiões vizinhas, especialmente durante as festas em honra ao padroeiro, celebradas com destaque no calendário local.

Além da dimensão religiosa, a igreja desperta interesse de turistas e estudiosos do patrimônio cultural, sendo um convite para conhecer um recorte da história mineira fora dos roteiros mais tradicionais. Para os que buscam experiências ligadas à religiosidade, arquitetura histórica ou ao turismo de interior, a Paróquia São Sebastião é uma parada que une contemplação, cultura e identidade.

Inhaúma, com pouco mais de oito mil habitantes, conserva o ritmo de cidade pequena e a hospitalidade característica do interior mineiro. Seu centro urbano acolhedor e o entorno rural tranquilo complementam a experiência de quem deseja uma pausa longe do agito urbano, sem abrir mão de contato com a história viva do estado.